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25/09/2016

Um mundo ideal, um mundo que eu nunca vi



~continua cantando a musiquinha de Aladdin~

Pra me desmotivar vou aqui fazer uma listinha do que seria relativamente aceitável e com que eu acredito que conseguiria viver ok:

Pijamas/roupas de ficar em casa:

3 moletons
3 calças quentinhas
2 conjuntinhos meia estação
5 blusas de manga curta
3 blusas de manga comprida
2 regatas
3 shorts

Camisetas:
25 blusas de manga curta
10 blusas de manga comprida
6 regatas

Calças/Shorts:

3 calças jeans
5 calças indianas
2 leggings
3 shorts
4 calças moletom/jeans

Casacos:
4 blusas de lã
5 cardigans
1 casacão médio
1 colete jeans
1 camisa
2 camisas xadrez
4 moletons
2 casacões 

Vestidos/saias:
3 vestidos de algodão
2 vestidos frescos
3 vestidos quentinhos
3 saias frescas
2 saias quentinhas

Etc:
1 jardineira

Total: 111

É, ainda é um número muito maior do que eu esperava, mas considerando o fato de que é quase metade do que tenho no momento, pode ser útil usar pra comparar.
Ai ai, tenho um looooongo caminho de desapego pela frente ~

07/07/2016

Pizza > maçã


Agora no meu querido e velho notebook Dellzinho de todos os dias, preciso dizer que já tá acabando minha paciência hoje.
Primeiro descobri que o mac mini não tem saída de som, mas ao mesmo tempo tem sim porque ele faz um barulho IRRITANTE toda vez que liga, como se fosse o som de uma alma encontrando Deus então, assim, se tem a capacidade de reproduzir esse sinal claro de egocentrismo eletrônico, podia muito bem funcionar com caixa de som embutida, né? Mas claro que não, estamos falando da empresa que a todo custo busca sugar seu dinheiro, pois é.
Então, agora preciso comprar um fone e uma caixa de som. Além disso, não consigo de jeito nenhum instalar o itunes nesse note e preciso dele pra passar as músicas pro iPod. Não tá fácil hoje haha.
Além disso descobri que minha internet fica um horror a noite quando não estou colada no roteador, estou considerando comprar um repetidor, mas não sei direito quanto custa um, então talvez fique só na ideia mesmo.

Partes legais de hoje: finalmente entramos em consenso com relação a trocar um móvel daqui de casa. Parece super simples, mas uma coisa dessas aqui é pra agradecer a Deus, porque fazer minha tia concordar com as ideias que eu e minha mãe temos pra arrumar o apartamento é uma tarefa árdua e que normalmente exige horas e horas de discussão e caras feias. Acho que dessa vez foi mais fácil porque já tínhamos falado disso antes e agora foi mais light. Bem, o que importa é que vamos finalmente comprar o móvel! <3
Não falta muito pra minha casa ficar arrumadinha de forma ideal, mas com esses impasses toda vez que vamos tentar mudar algo é bem complicado. MÃS, pelo menos tá acontecendo o processo, lento ou não já é uma vitória.

Além disso, hm, descobri que perdi uma super promoção na Steam em que podia ter comprado Amnesia por fucking oito reais e tô bem triste por isso. Minha mãe super menosprezou esse momento, fiquei meio nhé com ela, mas ok. Não acho que seja possível mudar a antipatia dela por jogos em geral, já é uma benção que ela não me julgue em voz alta por ser eternamente apaixonada por neopets. É, não dá pra reclamar haha.

Bom, agora vamos tentar falar de coisas boas: vou comprar uma cadeira nova ~yay~. Acabou que a que eu tinha pintei com tinta automotiva e, quem diria, não adere bem à superfícies plásticas o que resultou em algumas peças de roupa manchadas pra sempre de laranja. Pelo menos foi divertido, sei lá, laranja é uma cor feliz. Ter uma cadeira nova é sinal de novos tempos, nunca tive uma cadeira só minha, sempre foi a da minha tia e ela era toda cheia de frescura com "a cadeira que ela comprou com o dinheiro suado do trabalho duro e que tinha que durar toda a vida", aff, preguiça só de pensar.
Enfim, além disso achei um monte de coisas fofinhas hoje pra colocar na wishlist e tô bem animada pensando que acho que esse ano tá sendo bem bom apesar de conturbado.
Sei lá, mesmo com um primeiro trimestre  horroroso, a segunda metade do ano me parece muito mais promissora.
É o que veremos, né?

08/04/2016

Tanta coisa pra contar


Eu tô muito muito cansada. Meus olhos, dedos e pensamentos estão pesados, mas preciso deixar uma marquinha aqui.
Faz tempo que tô querendo escrever, mas sempre tem alguma coisa por fazer, e nunca dá. Porque? Porque sempre fico cansada depois de terminar haha.

Enfim, só pra falar rapidinho que:
1 - Nath, li todos os teus posts, mas fiz isso nas minhas madrugadas então eu estava acabada demais pra comentar;
2 - Estou num pós-momento de choque e ponderando se minha relação com meu melhor amigo vai mudar pro nível sex talk is okay here;
3 - Tem um Marcelo que é a cara do Ulrik Munther no meu curso novo de ilustração e tô meio bolada porque não consigo falar com ele;
4 - NA SUA CARA, R, O ULRIK CLONE TE SUPERA, YOU FUCKING FUCK. É pois é.
5 - Meu deus, o cansaço é tanto que to me perdendo já...

Vou deixar assim porque não tá dando pra aguentar, preciso dormir.
Blá.

22/02/2016

Less


Bem, muitas coisas aconteceram.
Primeiro, depois de ter mandado a tal playlist pro carinha (que atualmente descobri como não sendo, afinal the Cara e sim um qualquer), ele demorou 4 dias pra responder. Fiquei incrivelmente bem, minha mãe ficou puta hahah.
Como desde o início eu não tinha um bom pressentimento quanto à reação dele, me dessensibilizei totalmente. Tava esperando qualquer coisa, tranquila. É engraçado, mas no dia seguinte ao que enviei as músicas, senti que meu peito tinha desinchado quase que inteiramente. Como se todo o sentimento tivesse escoado praquelas palavras e melodias, tinha tudo se acalmado aqui dentro. Eu tava superando, justo quando teoricamente estaria a flor da pele. Foi incrível.
Recebi a resposta ontem, mas sabe, ontem foi um dia bem cheio. Eu tinha tido no sábado curso de tarde/noite e depois ido a um baile de formatura, dormido na casa do meu amigo (o formando) e em seguida feito um pique-nique no parque com outros amigos para a despedida de uma das minhas melhores amigas que vai pra outra cidade fazer faculdade (meu leãozinho roxo).
Com todas essas coisas não tive tempo nem vontade de ouvir o que ele tinha a dizer. Depois de um delay de quatro dias, me reservei o direito de demorar também, e fiz muito bem.
A resposta foi simples. Nada de interpretação profunda do que eu disse, nada de nada haha. Sinceramente, acho que ou ele de fato não é capaz de compreender a fundo minhas palavras ou está se esquivando delas, o que também acho muito natural  vindo dele. Com os comentários rasos tudo que senti foi uma certa frustração de leve, porque esperava que se ele tivesse se dado o trabalho de gravar um audio teria mais a dizer do que coisinhas irrelevantes, mas também um grande "tanto faz" me preencheu e agradou muito.
Estou me libertando, sinto isso na minha alma. Desapegando da  ideia que eu tinha dele, idealizada, platônica e aparentemente muito além do que realmente é. Me apaixonei por um amigo imaginário baseado em gente real e agora consigo perceber de forma mais clara.
Não encontrei the Cara, construí um a partir de fragmentos de um cara e dos meus próprios anseios refletidos em alguém supostamente cabível para compreendê-los.
Estou aliviada por não acreditar mais na ideia de ele ser um dos meus grandes amores. É inacreditável como as coisas mudam drasticamente em questão de dias!
Sou quase outra pessoa. Me sinto muito mais do que antes. Tive certeza de que era mais quando escrevi aquela playlist. Me auto afirmei, me reconheci como uma mulher forte, segura e corajosa pra caralho. É maravilhoso pensar que todas estas são qualidades minhas, que por muito tempo acreditei serem inexistentes.

É maravilhoso ver as coisas de fora da caixa.


16/02/2016

Coisas difíceis


Olha, eu deveria ganhar uma torta hoje. Porque to merecendo demais.
Hoje, finalmente demonstrei clara e abertamente meus sentimentos, ó que coisa mais assustadora foi isso tudo.
Sempre achei que tivesse deixado tudo muito claro, sabe... Mas quando a pessoa começa a ficar enrolando e você se vê numa enrolação continua e inerte, é hora de fazer alguma coisa provavelmente drástica pra definir de uma vez por todas o rumo das coisas.
Não estou com um bom pressentimento quanto ao futuro, sinceramente, mas não tenho como fugir agora. O que está feito está feito, redundâncias a parte isso é  importante de ressaltar.
Depois de ser encorajada por meus amorzões, mandei uma playlist detalhada e comentada sobre the Cara, para ele.
Minha relação com música é algo muito próximo de alma melódica costurada a mão dentro de mim. Compartilhar gostos musicais já é uma coisa íntima pra mim, não simplesmente indicar bandas legais, estou me referindo a de fato trocar sensações e experiências vivenciadas com as músicas com gente em quem confio que vai me entender, ou no mínimo, é capaz de respeitar. Além disso, sempre tem o efeito caixinha de lembranças e sentimentos, e isso é muito secreto. Não saio por aí falando pras pessoas quais músicas a definem pra mim, porque envolve os meus mais profundos pensamentos e minhas angustias, experimentações e reações ao outro.
Fui corajosa, escolhi cuidadosamente as músicas, pensando criteriosamente o que cada uma delas significava e redigi um texto enorme com quase tudo que eu poderia dizer a ele... Sobre ele.
O problema maior nisso está na profundidade gigantesca do que falei. Não sou uma dessas pessoas que fica afimzinho dos outros. Eu transbordo em sentimento, não sei fazer diferente. E não sei se ele está preparado pra isso. Porque ter a confirmação de que alguém sente algo por você não é a mesma coisa que saber que alguém gosta pra caralho de você. Ou melhor dizendo no meu caso, que alguém o ama. É muito pra processar, eu entendo.
Não sei se ele será capaz de lidar com isso e muito menos de corresponder infimamente... E isso me desgasta um pouco, apesar de eu já ter passado tanto tempo sendo dilacerada lentamente por conta dessa indefinição monstruosa que nos tornamos.
Sei que foi a coisa certa a fazer, "sair da zona de conforto" como diz meu amigo, mas a espera da resposta é dolorosa. De uma forma ou de outra sei que será complicado e muito provavelmente sou mais do que ele pode lidar agora, ou em qualquer momento. Isso costuma acontecer, sou sempre muito e as pessoas estão dispostas a lidar com o pouco que lhes é conveniente.
Bem, os próximos dias definirão tudo, acho. Se é que ele vai chegar a me responder, já que o silêncio também representaria bem o que ele sente a meu respeito. Quero conseguir ser forte agora. Tenho sido escondendo a verdade dos meus olhos na maior parte do tempo.
Quero seguir em frente, seja qual caminho for, sem medo de me expor. Não aguento mais reprimir pensamentos que tenho vontade de gritar pro mundo, pras pessoas com quem me importo.
Quilômetros de distância nos separam e não sei se isso torna tudo mais fácil ou complexo, porque ele podia estar na estação espacial neste exato momento que eu estaria surtando de ansiedade da mesma maneira como se ele estivesse ao meu lado lendo e ouvindo minha playlist e fazendo caretas de desgosto. Ugh.

Agora, uma pequena galeria ilustrativa da minha vida no momento, provido por weheartit:

Eu explicando pra the cara a situação.

Eu no momento

O resumo piscante de toda nossa relação

Muito provavelmente o que vai acontecer, porque é o que tem acontecido nos últimos 2 anos.

Yep, essa é a minha história, esse é o meu clube. 


14/02/2016

100.


Nhom.
I'm in such a good mood that I even changed slightly the layout so it could now finally feature Mamura <3.
Just needed to put him somewhere with some importance, besides, of course, his special place in my heart haha.

100 posts here, in three long hard years. Yay ~
Don't know why but I feel like writing in english now... I usually think like this, but to write it all like that, well that's a first.

First time after a hundrend other ways of expressing myself here. Feels fresh haha.

29/01/2016

Espectativa falha


Você percebe que seu relógio emocional tá com problemas quando se passam quase três anos e aquela vozinha no âmago ainda te dá ideias de se casar com o amor platônico "superado". Claro, que isso com a maior discrição perante o resto do mundo. Lógico.

06/12/2015

Como anda o coração,ou algo assim

Meu Deus do céu eu sou uma coisinha deprimente no weheartit hahaha. Não é nada novo, desde que criei a conta e optei pelo monocromático sabia que seria meu cantinho da verdade. Não que a única verdade que eu enxergue seja triste e p&b, mas parte dela é assim e nunca consigo dar vazão a isso.

Bem, só um comentário  breve mesmo haha.
Eu tenho ainda várias coisas pra falar, mas não consigo achar as palavras certas. Quem sabe mais tarde.

Ah, percebi que o último post que fiz falando do the Cara, que será muito provavelmente denominado assim pra todo o sempre foi sobre eu nunca mais querendo ver a cara dele etc e tal e, sinto que preciso atualizar isso.
O que aconteceu em seguida depois daquele dia horrível e triste foi um pequeno limbo de um mês em que não nos falamos e aí, claro, ele veio falar comigo como se nada tivesse acontecido e, bem, eu deixei.
Voltamos a ter uma amizade "estável" e claro totalmente mais distante que antes, mas ainda assim era uma convivência pacífica e que não me desestruturava. Não muito. Ultimamente comecei a perceber que não importa pelo que eu esteja passando, ele é um caso a parte do meu universo. Como pessoa mega racional que sou, acho precipitado dizer, mas sinto uma certeza no pensamento de que, talvez, ele seja um dos amores da minha vida. Não é como ninguém de quem eu tenha gostado e não é como mais nada que eu tenha sentido por qualquer um. Não é nem algo que gostaria de saber que sinto, não por ele pelo menos. Mas é assim e estou aceitando isso, não me restam muitas escolhas.

Conheci alguém super fofo e interessante mês passado e acabei perdendo a chance de ter qualquer coisa por conta do TCC e da falta de vida. Agora, esta pessoa está com outra, mas estou num misto de felicidade e frustração meio engraçado. Acho que meu jeito de gostar dos outros é diferente do que o costumeiro haha. Exceto com the Cara, ele com alguém é como esfaquear meu cérebro, nada legal.

Hm, outra coisa que acabei notando é que sou meio diferente também nessas preferências por gênero. Algo como, gostar de caras e sentir atração por ambos? Não sei, acho bem possível.

Tinha bem mais coisa pra dizer, mas por enquanto minha cabeça começou a pesar de sono e não estou afim de acordar morrendinho amanhã.
Bom dia mundo.


14/05/2014

Vida morna


Rwa.
Bem, cá estou eu depois de todo esse tempo, dando o ar da graça no meu querido e quase inteiramente esquecido cantinho.
Não tenho muito o que dizer... Ou melhor, até tenho, só que a inspiração pra escrever não está do meu lado hoje.
Ultimamente tenho me sentido meio incapaz de escrever como antes. Algo mudou. Sei que quando estamos meio tristinhos o processo criativo melhora, mas no meu caso foi algo meio fora do padrão. Não quero parar de escrever, mas também quero gostar do que escrevo... Ó cruel dilema e repetição de palavras.
Minha vida como o nome do post já diz está morna. Felizmente, é um morno bom c: .
Sabe aquela sensação de segurar uma caneca de chocolate quente nas mãos depois de ter chegado da rua num dia super frio? Então, é esse tipo de morninho que estou vivenciando diariamente.
Conheci uma pessoa fofíssima e que me faz feliz e preocupada, comecei a produzir um videoclip para uma das músicas da linda Marina, e continuo me apaixonando mais e mais pelo processo de animação e design. Como dizem alguns, vivo para a escola, o que não é tão ruim assim.
É verdade que passo mais tempo no colégio do que em casa e de quando em quando consigo uma brechinha pra descansar, mas não é o fim do mundo. Muito pelo contrário, é o meu começo...

Meu único arrependimento é não conseguir me dedicar como gostaria aos meus amigos e hobbies. Eu queria passar mais tempo com todos e abraçar muuuuito e beijar muuuito todos eles por toda a eternidade, mas agora mal consigo mandar mensagens uma vez por semana :c. Me falta saber conciliar a vida escolar com a social, que por mais que seja devagar quase parando precisa de tempo...

No geral está tudo certinho... Mesmo com a correria meus dias são felizes e gostosos de viver :3.
Espero que tudo continue assim... Bem morninho~

18/03/2014

Saudades de ser Camila

MEEEEEU BEBÊEEE!!
Abandonado, largado às traças, pobrezinho ~
Ai, que saudade que senti de escreveeeeeer! DEOOOOS DO CÉU! porque né, não se deve falar em vão o nome Dele, então let's escrever errado

Nhá, felicidade quase plena, mente a todo vapor e as mãos, como sempre meio deficitárias em meio a esse meu turbilhão de ideias cada vez mais recorrente, sempre errando, pulando espaços e caracteres importantes enquanto a linha de raciocínio não para um segundo. Cá estou eu novamente! Sendo eu. Sendo a escrita. Pondo pra fora tudo que quero e vomitando informação inútil pra esse nosso nem tão querido mundo. Mas quem liga? Ah, eu ligo... E se eu ligo, está valendo, meu caro!

Bem, comecemos então pela atualização básica das informações da minha já nem um pouco monótona vida!
Bom, meu último post foi bem depressivo e sinceramente não me lembro mais o porquê daquela tristeza toda (Que bom, né?).
Tudo mudou depois do meu surto que, aparentemente, me fez acordar pra todas as novas possibilidades que eu vinha deixando de lado por medo e mais outras coisas que não merecem nem ao menos serem citadas. Resolvi mudar meu mundo de cabeça pra baixo e fiz escolhas que antes jamais me passariam pela cabeça. Mudei de colégio. Mudei de ideia. Mudei o ângulo pelo qual enxergo o mundo. Tudo parece tão bonito daqui agora...
Estou estudando e fazendo curso técnico de multimídia e adorando tudo, tudinho mesmo. Passei por alguns momentos meio conturbados com toda essa mudança súbita e meio atrasada, mas tudo que é bom sempre dá certo e de fato deu. Agora, além do curso técnico que tem tudo a ver comigo, vou começar a fazer curso de ~tan tan tan taaaan~ grafite. Oh, Deus como estou ansiosa por isso! Mal posso acreditar que as coisas estão acontecendo tão rápida e facilmente como eu nem mesmo consegui sonhar um dia.
Agora, tudo que me entristece resume-se a saudade e convenhamos que isso é, ao menos no meu caso, a melhor das tristezas já que posso ir sanando isso toda vez que vejo meus amores. Acho que um pouco de saudade faz bem, pra deixar a gente com aquele carinho maior e todo aquele grude adicional de long-time-no-see. Tudo que sei é que agora estou de atarefada e feliz com isso. Finalmente tenho bons motivos pra ficar cansada e posso reviver minha semana sem arrependimentos, porque tenho certeza de que estou fazendo meu melhor e estou finalmente vivendo como deveria há muito.

Enfim, este é o meu nem tão breve informativo sobre a minha vida e também para a minha vida quando eu resolver reler tudo isso.

Até breve ~

13/01/2014

Mistureba de férias


É eu troquei de layout. Outra vez. Num curto período de tempo. Mas, quer saber... E daí? c:
Ainda estou com uma certa preguiça de arrumar os icons e tal, e de fazer uma bio decente também ~
Ah é, acho que nesse layout não tem como postar comentários, tenho que dar um jeito nisso também.
Farei isso, é só me dar um tempo.

Ois.
Finalmente, algumas palavras antes que meu sossego acabe. Isto é, sossego relativo, porque a quantidade de coisas que me fizeram quebrar a cabeça pra resolver nesses dois meses não foi pouco. Nunca vi, até parece que estou vivendo num mundo globalizado.
Enfim, eu tinha um super propósito pra escrever a alguns minutos atrás, mas aparentemente tudo desapareceu da minha cabeça assim que a internet caiu, chateante uma coisa dessas. Bem, já que é assim, vou fazer um chinfrim e monótono relatório das minhas férias ~hohoho.

Minha habilidade com a cronologia do que acontece na minha vida não é lá das melhores, então as coisas podem parecer meio fora de ordem, mas é assim que a minha cabeça funciona.

Bom, tenho certeza de que tudo começou num dia em que fui pra Paulista assistir o filme Tatuagem sozinha, porque meus amiguinhos lindos e meigos  não puderam ir comigo. Foi legal. Mais cedo a gente tinha tido uma apresentação de um trabalho sobre a Frida Khalo, aliás minha mais nova perseguidora. Não sei se é só comigo, mas nunca vi aquela mulher tão presente em toda minha vida. Acho que ela se afeiçoou a mim depois de eu pesquisar com tanto afinco pra entendê-la melhor e conseguir absorver tudo o que foi a vida dela, porque pouca coisa não foi! Voltando ao filme, até que foi legal, mas não vi muito sentido no final... Pelo menos tive a sorte de ver sozinha porque, cara foi irreverente demais, se é que me entendem.
Depois disso sei que saí algumas vezes com a Ana e com o Tomate, fomos ao cinema, fizemos um piquenique com muitas muitas pombas a nossa volta e também fomos diversas vezes na Paulista, coisa que agora estou enjoada de fazer e também fui ao cinema um monte de vezes.
O engraçado é que comecei a ir ao cinema com maior frequência logo depois de ficar meio tristinha por lembrar que quase não tinha assistido filme algum em 2013, acho que a vida resolveu me dar uma colher de chá e me deixou ser feliz aumentando meu número de "ingressos-de-recordação", sim eu coleciono uma porção de coisas inúteis como uma velhinha ~aceite~.
Então além dessas coisas, fui a praia. Foi surpreendentemente legal c: . Eu costumava dizer que odiava praia. Sabe aquela pessoa que inveja as crianças por ainda sentirem-se livres com seus corpos não se importando de usar roupas que deixem vísivel a não-magreza delas? Então, sou esse tipo de pessoa. Por causa da minha -agora muito mais leve- não aceitação do corpo, acabei fazendo a mim mesma acreditar que odiava tudo relacionado a praia e não era verdade. É claro que odeio o modo como usam as praias como posto oficial do exibicionismo, a maneira como as pessoas um pouco acima ou abaixo do peso são julgadas como se nada fossem além do que "formas fora do padrão" e também o calor, isso de fato ainda me irrita, mas o resto não é de todo ruim.
Com o passar do meu tempo livre  prolongado, conheci um monte de páginas e blogs feministas tralálá como já falei aqui e além disso li muitos artigos que me fizeram perceber a quantidade de neuras que tenho e como acabei deixando que o mundo e os argumentos dos outros influenciassem a minha vida.
Sempre disse que achava um absurdo o modo como as pessoas eram manipuladas e faziam tudo em função dos padrões impostos a elas e blá blá blá, mas no final das contas eu estava agindo da mesma forma. Camufladamente. No final do ano me vi uma menina infeliz com seu próprio corpo, hábitos alimentares, literários e mais uma série de questões em que estava vendo a mim mesma como um monstro só porque "os outros" achavam isso ou aquilo sobre o que eu gostava ou era. Quando notei o quão antitética eu estava sendo, fiquei dias refletindo e agora me sinto muito melhor comigo.
Meus hábitos podem ser diferentes do que se espera de uma garota de 15 anos, ou podem até mesmo ser exatamente o que se espera, o que me importa é fazer o que me deixa satisfeita no momento em que penso em agir.
Me descobri alguém que, no mínimo, falava uma coisa e fazia outra, coisa que imagino ser mais comum do que sei lá "gente que gosta de leite" random examples, why not.

Cresci bastante nesse último ano, nunca tive essa certeza tão presente como nas últimas semanas e isso me faz um bem inimaginável.
Agora, como uma pessoa  que de fato sabe o que quer e não liga de sustentar suas preferências por mais que sejam criticadas, cá estou eu a ponto de retomar as aulas como uma Camila muito mais feliz e, bem, muito mais ela.

{ Agora que acabei de ler...
Pelo amor de Deus que tipo de texto é esse? o_o
Eu acabei misturando tudo e terminando com algum tipo de desabafo. Que bela bagunça eu fiz aqui, haha <3. Sabe, acho que o melhor seria separar esse post em dois e depois dar uma arrumada em cada uma das partes pra ficar algo mais... Hm, inteligível. Só que não estou afim de fazer isso, ou de fazer qualquer outra coisa que não seja o que estou fazendo nesse momento que é: escutar mashups enquanto procuro imagens em p&b no weheartit; entonces, vai ficar assim mesmo ~ }

08/10/2013

AI MEU DEUS, parem de me fazer amar tanto vocês.


Ois.
Acabei me desesperando um pouco. É a fase. Mentira, é só emoção mesmo, isso de fase não funciona comigo.
Ai que raiva .-. . Minha cabeça fica instantaneamente cheia de pensamentos e coisas legais de se escrever, mas quando finalmente chego e encosto o dedo no teclado, meu subconsciente esconde tudo outra vez em algum canto inatingível do meu cérebro.
Bem, vamos por partes. Já que esse vai ser mais um post sem o assunto real que eu gostaria de escrever, vou começar com algo importante a ser dito: A Ana escreve muito bem. E isso é  um fato, não importa o que qualquer outra pessoa diga.
Como ontem só descobri a existência do seu blog (seu, isto é, se for a Anuxa lendo -q) fiquei até alguns minutos atrás sem poder lê-lo com calma e agora que li as três primeiras postagens me apaixonei mais uma vez pelo seu jeitinho tão perfeito de redigir <3.
Desde o começo adorei suas redações, mesmo que não tenham sido muitas, o que é bem triste considerando que temos duas aulas por semana de redação ;w;, e agora mais do que nunca me sinto insignificante na hora de rabiscar sobre qualquer coisa que seja.
Sempre fui uma criança que filosofa e não escreve, mas de um tempo pra cá tentei adquirir esse hábito. Registrar  o que me vinha a cabeça parece ser o melhor a ser feito, mas muitas vezes é algo quase impossível já que minha mente parece não querer se mostrar ao mundo, deixando todas as minhas angústias e tormentos presos em mim sem que uma palavra sequer saia aceitável em meus textos.
Mas voltando ao assunto principal, os textos da Ana como era esperado refletem exatamente o que penso e o que sinto e isso até que me assusta um pouco, já que ver tudo que represo dentro de mim ser escrito por um terceiro (mesmo este sendo uma amiga adorável e muito muitíssimo querida) apavora um pouquinho, pois assemelha-se a algo como uma exposição de ideias que há muito foram guardadas no ínfimo dos meus devaneios secretos. É libertador, mas deprime um pouquinho também. Linguisticamente falando, é uma antítese pura. Uma eterna brincadeira entre contrários que martelam minha cabeça continuamente.
Outra coisa que quero dizer aqui antes que me esqueça, é falar para a Anonima o quanto sou grata por ela ter comentado no meu último post.
Sério, ao ler seu comentário fui me identificando cada vez mais e mais!
Ok, nossas histórias são diferentes, mas mesmo assim entendo o que você sentiu e o que sente. Sinceramente adoraria poder te ver só pra gente conversar sobre tudo isso, ou sobre nada.... Mas sim conversar, já que fui cativada pela atenção que teve comigo. Me desculpe caso eu faça isso tudo parecer uma declaração ou algo assim, apenas me sinto no dever de escrever o suficiente pra mostrar o quanto sou grata. Grata por você ter lido e compartilhado  um pedacinho da sua vida comigo, por ser uma pessoa realmente fofa e... grata por fazer com que eu sentisse que não estou tão sozinha assim no mundo.

Desde que conheci a Anuxa comecei a me motivar um tiquinho mais com relação a vida em si. Desde antes sempre fui a garotinha feliz e animada na escola e a eterna melancólica dentro de casa. A diferença é que agora comecei a sair mais e me interessar pelo mundo a minha volta.
Minha cabeça nunca foi um lugar muito pacato, já que trago desde muito pequena uma série de complexos, mas agora mais do que nunca tudo parece estar meio fora de compasso... Nunca fui muito motivada a seguir em frente, só que ao menos em outros momentos da minha vida dava pra enxergar um caminho que agora está cada vez mais incerto e esguio.
Meu problema é a idealização exacerbada, acho. Penso demais, exijo de mais e, consequentemente, sofro demais por coisas supérfluas pelas quais muitos passam sem nem ao menos prestar atenção. Coisas essas que me tiram dias e dias de energia, me mantendo numa reflexão infindável sobre o sentido da minha vida e o porque de ela ser como é, ou não ser melhor dizer.

Acabei de notar que não era nada disso que eu tinha em mente pra hoje... De qualquer maneira, desabafar é sempre bom.
Amanhã se tudo der certo tentarei postar o que queria de fato.

03/10/2013

Não te amo


Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

Almeida Garrett

Obs.: definitivamente, Romantismo é uma das escolas literárias que mais me fascina ♥.