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23/03/2017

Atribulações e falta de saco

Não resisti a essa imagem do Tigrão <3.

PUTA QUE PARIU, MEU.

Odeio essa correria pra arrumar as coisas pro Canadá. Que saco isso. aff.
Nesses últimos dias fiquei enlouquecido indo atrás de agência que me arranjasse um lugar pra ficar lá e adivinha: caro pra caralho.
Além disso tem o fato de que vou pagar o valor das minhas passagens em imposto porque descobrimos recentemente que herança é taxada.
Ok, sou o primeiro a dizer que os impostos devem ser cobrados de acordo com a renda e o valor arrecadado de cada um, sendo progressivo de forma a não sobrecarregar a população de renda mais baixa, mas né CARALHO gente eu só recebi essa quantia uma vez, não dá nem pra comprar uma quitinete, porque cês fazem isso comigo?
Outra coisa: acabei de descobrir que todas as pesquisas que fiz foram baseadas no endereço do campus errado da VFS. Eita como distração afunda a gente, né não?

Bem, nas minhas andanças internéticas achei duas casas onde eu gostaria de morar... O problema é a minha mãe, a falta de gente pra cozinhar pra mim e o trajeto até a escola que é meio longuinho.

Uma das casas é de três jovens (é muito estranho citar gente assim haha) de uns 20 e poucos e que aparentemente são pessoas com quem eu me daria super bem. Há a possibilidade deles terem um gato  o que é uma enorme vantagem já que sem cuca por perto sei que vou sofrer bastante sem uma bolinha de pelos. O problema é que fica a 40min de ônibus e eu terei que cozinhar tudo e lavar roupa etc etc.

Retificando umas 2h depois: a casa desses estudantes não vai rolar porque eles precisam de alguém que se mude num futuro próximo </3. A vida dá dessas.
Tem um outro apartamento com 2 caras que tem um gato e um deles é ator e o outro pelo que entendi é garçom. Sei lá né, acho qualquer um que tenha um gato legal e a descrição de pessoa ideal pra eles batia bastante comigo então vamos ver...

Nha nha, me cadastrei num site de homestay e mandei umas mensagens pra famílias, mas ainda assim fico ansioso.

Agora que sou um ser humano provido de netflix eu, mamãe e minha tia estamos assistindo Avatar <3. Há uns dois anos eu falava como elas iam amar a série e tal que era infinitamente melhor que o filme e tal, mas nunca tomava inciativa pra baixar os episódios e tal.
É ótimo porque tira a TV do Discover Home&Health e possibilita que todo mundo assista algo legal e relevante ao invés dos tão batidos programas de reforma. Amém.

Estou na casa dos meus avós enquanto um moço reforma o banheiro e a sala lá de casa. Trouxe o gordo comigo e agora minha mãe e minha tia também ficam aqui até terça-feira já que não temos nem chuveiro, privada e pia.
Tô felizão com a reforma, apesar de ter vários imprevistos e gastos a mais. Sei lá, assim que terminarmos isso vou fazer o possível pra deixar tudo impecável e chamar as pessoas mais vezes pra lá.

Estou sem muito tempo pra pensar em qualquer coisa que não seja relacionado a Vancouver, mas estou até que bem.

Comecei a ler Raven Boys e fiquei boladíssimo com a descoberta de que meu gay couple só vai se concretizar no final do último livro.


(Chandler define bem meu mood com a descoberta. Na verdade define muito bem meus dias em geral.)

Que bela bosta, eu tava apostando muito nesses livros por terem tanto representação bi quanto gay, aff.
Bom, pelo menos é interessante, mas né queria mais.

Minha tia continua me empurrando livros sérios que não tenho a mínima vontade de ler. Devem ser interessantes e tal, mas não tô com cabeça pra isso. Não quero saber de inteligência emocional, nem liderança, nem nada disso...
Tadinha, sei que as intenções são boas, mas não consigo levar isso adiante.

Estou um pouco preocupado com dinheiro ultimamente já que agora minha terapia aumentou 10 vezes praticamente.

Alias, vamos falar rapidamente sobre isso: contar a Lu que eu ia parar a terapia com ela foi horrível.
Como não sou bom com assuntos sérios não consegui coragem pra contar de cara no começo da consulta então falei no finzinho e ela simplesmente me mandou ir embora que tinha acabado o tempo e que "não era assim que se terminaria um processo de tantos anos". Bem, fui nessa semana retomar a finalização e só tive mais e mais surpresas ruins.
Ela se sentiu traída sabe? Sendo que o que eu disse era que justamente por gostar tanto dela não consigo contar todas as coisas.
Aí ela falou que eu estava praticamente indo num caminho de auto-destruição e que estava demonstrando cada vez mais sinais de semelhança com meu pai no quesito dificuldade em criar vínculos e que isso era perigoso e não sei o que.
É, foi bem horrível. Mas passou.

Sinto que fiz tudo que podia e que foi da forma com a qual eu estava preparada pra lidar. Consciência tranquila, apesar de ainda um pouquinho perturbada.

Ok, voltando pra pauta sobre dinheiro: minha mesada reduziu 5/6 e agora vou ter que me controlar bastante pra não estourar o limite.
Estamos todos apertados com a reforma, minha mãe voltando com a terapia e eu mudando de profissional então tá bem complicadinho.
Ainda não sei bem como vai ser, mas estou mais do que nunca aguardando ansiosamente meu aniversário.

Sei lá, as coisas estão indo num ritmo muito rápido preu acompanhar. Ainda não peguei no tranco pas aulas da Giully. Um dia eu chego lá ==".

Nossa, esse tá sendo um post bem abrangente no fim das contas. Estava morrendo de vontade de escrever há dias, acho que é por isso que tá tão verborrágico. Tava represando tudo aqui dentro.

No começo de abril vou trabalhar num evento pra um amigo da Tchela (minha tia). Vou ter que alugar um terno pra isso e, cara, eu não poderia estar mais feliz com isso! Faz um tempo que venho sonhando acordado pensando em mim mesmo vestido formalmente.

{ Agora um pequeno adendo:
Uma idealização um pouco recorrente é a de mim todo vestido com um terno, sapatos, gravata borboleta me olhando no espelho do quarto da Tchela e minha mãe entrando no cômodo... Eu olhando pra mim mesmo e chorando (porque, cara, sei que me realizaria tanto) e me virando pra ela e dizendo numa voz baixinha "eu estou tão lindo" e ela chorando, assentindo e lentamente me abraçando e respondendo "eu sei".

Seria um reconhecimento tão maravilhoso. Minha mãe me aceitando como masculino... É algo que só de pensar já me dá vontade de chorar um pouco.
Quem sabe um dia... }

Pro evento minha mãe conversou com uma outra tia minha que vai tentar me emprestar o terno dela. Estou torcendo pra não ficar bom, assim vou poder ir sozinho e alugar um terno masculino, como deve ser.
Mal vejo a hora de me ver vestido a rigor. Ah~

Nesse final de semana tem o Lolla. Achei que estaria mais animado, mas não tô muito nessa vibe adolescente ultimamente. Será ótimo, vou ver 1975, TDCC e Strokes o que é lindo.
Quero pegar amanhã pra checar se decorei as letras das minhas músicas favoritas pra não fazer feio no show.

Sei lá, como sempre preciso de férias.

15/03/2017

Sempre tão cansado por dentro


To cansado de novo. Se eu me descuidar passo o dia inteirinho dormindo. Odeio isso. Odeio esse sono esquisito, essa fuga tao dolorida dos sonhos tao melhores que minha vida.
Me entristece ver como estou sem forças pra fazer o que devo.

Sei lá, é só isso mesmo. Tenho melhorado no quesito sociabilidade. Meu avô disse que desde que comecei a tomar os remédios tem notado grandes diferenças em mim. Nao sei bem se isso se deve realmente ao remédio ou ao video que a Lu me mostrou semana passada sobre amar e demonstrar o amor pra depois da perda nao sofrer de arrependimento. Aquele video me ajudou a melhorar o comportamento com eles, realmente percebi como estava perdendo oportunidades de abraçar meus velhinhos.

Ah sim, amanhã terei que dispensar a Lu. Não quero que esse momento chegue, mas é necessário. Essa era uma decisão que eu deveria ter tomado anos atrás, mas nunca fui capaz. Agora que decidi ter o dr da minha tia como psiquiatra e psicólogo nao tenho como voltar atrás. Vai ser um dia duro.

Nunca entendi direito como era se sentir numb, sempre achei esquisito como as pessoas se referiam ao se sentir inteiramente fora de orbita, mas agora entendo totalmente. É como se nada importasse, é desconcertante..

Ai ai.
É engraçado porque eu até que tô bem, em linhas gerais pelo menos.
Sei lá.

Preciso de um abraço. E ao mesmo tempo muito mais do que isso. Preciso me lembrar de como respirar sem querer afundar em alguém. Foi-se o tempo em que eu era auto-suficiente.

17/02/2017

A vida passando e eu só olho pra uma tela


Estou na bad instantânea por escutar enquanto eu não do Leo Fressato puta que pariu.

E eu disse corre!
Que é preciso achar alguém
Que é preciso ser feliz
Que é preciso ir além
Que é preciso estar por um triz

Ai, só Jesus mesmo.Mais um trecho porque é pungente demais

Enquanto eu não correr atrás de mim
Enquanto eu não esquecer que na sua casa tem jasmin
Enquanto eu não conseguir te explicar que o que você tem para mim
Nada mais significa do que o fim

Ok, voltando a programação normal: acho que estou com um início de vício em celular. É uma coisa bem inesperada considerando que normalmente sou a pessoa que esquece o celular nos lugares e larga por aí sem dar a menor importância. Bem, parece que o jogo virou pra pior não é mesmo?
Eu já tinha percebido um pouco disso antes pelo instagram, depois que a Julia (@upandoutcomic) começou a postar tirinhas autobiográficas sobre a transição dela passei a acompanhar e entrar várias e várias vezes por dia pra checar se tinha coisa nova e tal. A minha identificação com a trajetória dela (ainda que no sentido contrário ao meu) é tão grande que me dava forças ver aquelas tirinhas e em contrapartida desespero de lê-las o mais rápido possível. É, não consigo chegar num gostar saudável, como podem ver.
Aí de umas semanas pra cá a Crystal (@crystaleatsyourbrain) começou a postar também tirinhas e aquarelas relatando pensamentos, uma recomendação do psicólogo dela pra tentar lidar e passar pela depressão. De fato, não posso sequer imaginar como é estar no lugar dela (Crystal foi pros EUA estudar na CalArts -que é cara pra caralho- só que agora ela não tem mais dinheiro pra continuar lá, nem estudando nem morando nos EUA, mas não quer voltar pra Taiwan, porque não tem nada pra ela lá...), mas também me identifiquei muito.
É meio horroroso da minha parte, mas sinceramente me reconfortava ver que tinha gente tão mal quanto eu, sabe? Sei que a gente nunca deve desejar o mal pras pessoas e, bem, ao pé da letra eu nunca desejaria que ela ficasse mal, na verdade espero que consiga superar tudo e conseguir uma forma de ficar onde está e ser fabulosamente talentosa num emprego foda; mãs, sim, as manifestações de dor dela me colocam "at ease".
Sei lá, me sinto mal por ser assim, se pudesse evitar o faria.

Pois é, a partir daí só foi de mal a pior. Comecei a associar o acordar com ver o feed dos vídeos novos no youtube e só começar a fazer as tarefas e viver depois de assistir todos. Sim, isso é péssimo! Há dois anos atrás eu mal sabia mexer no youtube!!! Não conhecia quase canal nenhum e quanto via algum vídeo era porque estava com alguma amiga. Então sim, é bem estranho ver como minha atenção agora está voltada pra vida de outras pessoas e nem mesmo me preenche de modo algum. Blé.

Preciso e irei superar essa fase. O primeiro passo já tá dado, que é ter consciência do problema, agora é só seguir podando o comportamento nocivo. É.

Outro assunto: sou muito ciumenta e isso é uma bosta.
Não falo pra ninguém, óbvio. É bem tóxico, mas não consigo evitar sentir ciúmes dos meus amigos, é muito egocêntrico da minha parte e sei que não se pode ser melhor amigo do mundo, mas é no fundo sou uma bolinha desagradável de egocentrismo camuflado, fazer o que.

Tá, agora escutando The Killers (ITS INDIE ROCK N' ROLL FOR MEEEEEEE~~~) me dispeço por um breve período de tempo, porque estou com vontade de passar o dia inteiro escrevendo aqui, talvez numa tentativa de fugir das responsabilidades de estar vivo.
É, não tá muito fácil.

04/12/2016

The struggle is so real it really hurts


Sem mood pra fazer qualquer coisa que não seja amenidade e me afaste da obrigação de desenhar...
Não sei porque, mas tô me sentindo uma porcaria pra desenhar hoje. Achei várias imagens inspiradoras, imaginei os meus desenhos finalizados, mas fazer não dá. Acho que passo mais tempo vivendo no mundo das ideias do que tendo atitude pra que as coisas realmente aconteçam.
Eu só quero fugir de tudo mesmo.
Esse é o motto de hoje.
Vai passar.

07/11/2016

Horas que passam


Bom, a vida segue né não?
Vamos por partes.
Eu passei o dia numa montanha russa emocional, como era de se esperar. Pra melhorar o quadro minha cólica tava um horror também, estilo alternante também "bem me quer, mal me quer". Mas o ponto é: chorei bastante, abafei vários soluços, surtei bastante, ouvi musiquinha da Daughter (porque pra sofrer certo tem que ouvir essa mulher, pfvr) e aí tive momentos legais, meus avós são lindos demais, não tem como ficar muito tempo mal perto deles.
Além disso a gente foi lá porque meus tios e a Isabela (minha prima ainda a ser transformada em otaku) iam e tal e aí, a bicha tinha que tá maravilhosa e cheia de energia né? Bem, eu brilhei maravilhosamente ~!
No fim da noite depois de todo mundo ter ido embora e só sobrar eu, meus avós e o M (meu tio, não o pai da Isabela, um tio que tem a cabeça de um adolescente de 15 anos.,. Minha genética é meio ruim, 75% dos membros da família são problemáticos /mas de bom coração/) resolvi contar pra minha mãe o que tinha acontecido e tal e aí tava tudo indo até que bem, ela ficou chocada e pronto, depois de conversarmos um pouco fui dormir.
Claro que também não contava com imprevistos como eu tendo uma crise de choro repentina enquanto tentava pegar no sono e aí me deu um desespero tão grande que tive que pedir pra me levarem pra casa. Me partiu o coração alarmar meus velhinhos tanto assim sem nem direito a explicação, mas nossa não deu.
Foi muito fofo da parte do meu tio assim que eu falei que queria ir pra casa ele foi imediatamente e sem questionar nada se arrumar pra me levar. Isso até me acalmou um pouco, sem falar que conversando  no carro as coisas acabaram assentando um pouco por dentro.

Cara, pra dar uma noçãozinha básica de como eu tô bem no momento (o que não significa que daqui alguns minutos eu não esteja chorando, a vida, ela tá bem louca) estou escutando JUSTIN BIEBER. Sim, mas né, música de 2009, quando ele ainda não era uma criatura desprezível e nojenta, só um carinha cujo cabelo foi lambido fervorosamente por uma vaca.

CARA, EU TO FELIZÃO MDSSSS, ACHEI UMA PASTA CHEIA DE MÚSICAS DOS MEUS 14 ANOS E CARAAAAA, QUANTAS MEMÓRIAS <3

Vou até deixar os vídeos aqui, porque ai, que poder essas coisinhas tão me dando, obrigada Deus.




Nossaaaaaaa, na época eu achei a edição desse vídeo tão INCRÍVEL e lindona. Pensar que agora dá até aflição hahaha. Ai, mas ainda assim a menina compôs muito bem de acordo com a música e com gente linda de utapri até no movie maker sai um trem bom.

AGORA EU TÔ OUVINDO PONPONPON MEU DEUSSSS, ESSA MÚSICA ERA O HINO DA MINHA VIDA NO NONO ANO, AI SENHORRRRR ~~~

Tanto que eu devo ter umas 5 versões dessa música. /fui checar/ retificando, tenho 7 versões diferentes, três delas com o Len cantando ou solo ou com algém haha. Saudades ter a idade do Len, mds. EU SOU UM OPPA AGORA, GENTEM.



Ai, meu deus, como eu amo ponponpon, Lembro de quando eu namorava o Rodrigo ele comentar dessa música (porque ele sabia do meu lado otakinho néam) e aí eu tipo "AMO/SOU" e ele "mas é uma bosta", nossaaaa fechou o tempo nesse momento hahaha. Mas enfim, tá sempre no meu hall do amor eterno, mesmo a letra sendo uma caquinha, ela é tão feliz <3333.

Outra música que tá no meu kokorozinho purpurinado é Happy Synthesizer. Nossaaaaa, como eu amo (também nas versões do Len, óbvio) nhaaaaa. Me vem a cena direitinho do corredor do meu antigo colégio e eu mostrando a música pra Cath (que era uma fofinha, uma menina meiguíssima que amava a Miku) e ela super achando feliz e animada e eu "É A MELHOR MÚSICA DO UNIVERSO, CATH AAAAH". Tô nostálgico agora, que delicinha ~



Aí claro que no meio das músiquinhas de Vocaloid que foram parte integrante dos meus 11-14 anos, tem MBLAQ e SHINee e opening de utapri. É pra morrer de fofura.

Nossa, eu tinha mais de mil imagens do Len no computador, cara.... Com o passar dos anos fui limpando, hoje acho que tem umas duzentas só, e dei uma olhada recentemente e vi que tem muita coisa pra excluir já. Conforme meu senso crítico melhora lá se vão os Lenzinhos, que dó haha.

((Eu escutando I Like You I Love You com o Len, cantando junto e me sentindo rei do mundo))

Então... Sobre as imagens do len... Tem mais de 400, pois é. Ah, mas considerando que ainda esse ano tive um leve desentendimento e desconforto debatendo com a minha mãe se o Len (e os demais personagens/sintetizadores/baes) eram reais ou não, a coisa pro meu lado ainda tá meio feia. Na minha visão eles são pessoas, e existem, mas são virtuais. Minha mãe disse que existir e ser virtual é um contrassenso, eu abandonei a discussão por ficar dividido hahah.

Ok, pra finalizar aqui vai a música que eu tava ouvindo quando comecei a escrever o post: essa é a coisa mais bicha empoderada, venenosa, poderosa que há na minha vida e olha, ajudou muito.


*canta afetadamente e se remexe* 

20/10/2016

Stamos sofrendinho


Cuca tá doente, estamos cuidando disso, mas né sempre chato.
Além disso tô super travada com relação a desenho em todos os aspectos possíveis. De uma hora pra outra parei de fazer as coisas por paixão e foi só uma coisa automática, tipo escola e NÉ isso é inaceitável. Depois de muito refletir, choramingar pra minha mãe, falar com a Giully e debater o assunto com a Lu, cheguei a semi-conclusão de que minha percepção avançou a passos largos (hahaha, ai ai sdds Aragorn <3) enquanto minha mecânica ainda tá programada pra fazer o que eu não gosto mais.
Quase todas as referências que eu tinha caíram por terra recentemente e como eu tava meio louca fazendo as ilustrações pro livro infantil acabei parando de desenhar nas horas livres e agora parece que minha cabeça é uma folha em branco (já dizia John Locke, não é mesmo?). Mãaaas, tudo bem estou me esforçando pra reorganizar minha cabeça com referências atuais e me achar de novo em traços que eu goste. Na verdade, eu até tenho uma zona de conforto ainda, que é a de fazer gentinha fofinha cabeçuda e de olhinho de ponto, mas né isso não vai me levar a lugar nenhum se eu nem sequer treino mais poses ou o que quer que seja.
Bom, pois é fases difíceis que vão passar.

08/10/2016

Vários feels, nenhuma correspondência

É POR ISSO QUE EU AMO A VELMA. 
Mentira, amo porque ela é uma mulher independente, inteligentíssima e dona da vida brilhante dela mesmo.

Nada demais isso aqui, só queria desabafar que ninguém que tenha crush virtual é feliz. PORQUE NÃO É POSSÍVEL ISSO.
Sim, isso é sobre o Everett, mas também é sobre fucking Ariel Modara. Gente, eu quero beijar esse menino, é fofo demais, não aguento.
Tinha achado o canal há pouco tempo atrás, já dado aquela bambeada e tinha passado, daí hoje me vêm a recomendação *ai, olha aqui ele que lindo que cheiroso, vem morrer de tristeza por você morar horas de distância da criança, clica aqui* claro que eu cliquei. Aí né, só desgraça mesmo.
Ele tá tão lindo, dá vontade de chorar. E ouvir o jeitinho de falar, é muita mancada com um ser humano facilmente abalado como eu, sério.

Só isso mesmo.
Eu ia deixar umas fotos do instagram dele, mas percebi o quanto isso iria me torutrar no futuro toda vez que eu olhasse e repensei, melhor assim.

AFF VIDA, Ó AS PORCARIAS QUE VOCÊ ME ARRANJA.

[olha a hora, senhorrrr quase seis da manhã e eu aqui. tudo pra escrever um mísero post no aeg, por isso que demora, que coisa]

29/08/2016

Half Wild, contribuindo a cada dia com a minha dor


Ah, a beleza de escrever o post no celular. Aquele tecladinho delícia que te ajuda 20% com o corretor e enche o saco nos outros 80% pela sensibilidade horrorosa do touch. Bem, acontece que eu PRECISO desabafar sobre esse livro. não tá dando, não sei lidar com algo que numa noite quase me faz gritar de alegria  e na outra querer queimar as páginas e fazer macumba pra que certos personagens morram. 

Este não muito belo post provavelmente vai ter alguns spoilers, o que eu acho bem merda, mas é o que temos. Nath, sério eu super te indico a trilogia de Half Bad, então me perdoe por possivelmente estragar algumas partes da história contando e reclamando dessas mesmas partes aqui.

Ok, comecemos por Nathan lil babe. Mentira, não vou começar por ele. Simplesmente porque antes de continuar esse post eu parei pra ler mais um pouquinho e CARALHO EIN,  só tem mais porcaria nessa joça. Não que a Sally escreva mal, ela é maravilhosa. O problema é que ela escreve coisas perfeitas e situações adoráveis para personagens QUE CLARAMENTE NÃO MERECEM. Sim, estou exatamente revoltada por um pairing bosta com o qual não concordo. Pois é.

Pra validar ainda mais meu desgosto é um pairing hétero, em detrimento de um pairig bi/gay. Assim, fica difícil te defender né, Sally? Ó o tamanho da desgraça.
Pra melhorar tudo, umas 20 páginas antes dessa facada no estômago teve a melhor parte desse livro INTEIRO. Em que tenho certeza de que 200% dos leitores ficaram realizados e soltaram o ar finalmente pensando "ah, agora minha vida tem um sentido e a históira vai seguir por um rumo decente e que enche minha existência de esperança e amor". E aí depois cagou tudo. 
Meu, conta quantos palavrões eu já falei aqui. Nunca faço isso. No máximo alguns poucos só pra enfatizar, mas nunca assim. TAMANHO MEU ÓDIO.
Enfim, só acho que a vida deveria me presentear com uma linha de acontecimentos melhor do que a presente, porque se o Nathan continuar com essa palhaçada, eu vou ser obrigada a ler fics pro resto da minha vida tentando minimizar os danos causados ao meu pobre coração lgbtqia. 

Me ouça, Tia Sally. Por mais que você já tenha terminado os livros, quero acreditar que em algum momento a razão tenha feito você voltar atras e deixar as coisas como devem ser. AS COISAS DEVEM SEMPRE SER GAYS.

É isso.

23/08/2016

Pontualidade: aquilo que a gente não tem, mas espera dos outros

And pepople still ask why to love troye that much. Just please ˜


Então né.
Ai, cara, como eu amo escrever. Sério, as coisas acontecem de forma tão desordenada e frenética na vida e poder colocar tudo isso em símbolos e uma sequência me situa no universo, sério.
Hoje há algumas horas atrás o leão aqui tava surtandinho por que ia fazer um teste de inglês por telefone com uma moça do Canadá. Até aí ok, tudo nos conformes... A questão é que a moça não ligou depois de atrasar umas três horas e tal.
Aí com toda a minha confusão, afinal que eu saiba os canadenses são super certinhos e pontuais, fiquei com cara de tacho, até mandar um email e descobrir que a Lilah (cuja leitura do nome é "lílah" e não "lailah" para minha surpresa) trocou os horários e marcou mentalmente pra ligar aqui de acordo com o horário canadense, ou seja: ela ia atrasar 4h sem nem saber. 
Depois de tudo isso tô meio no ar sem saber se ela ainda vai me ligar ou se vamos deixar pra amanhã. De certa forma o desencontro foi uma coisa positiva, já que de tanto esperar acabei desencanando e agora, pelo menos por enquanto, não estou mais sentindo que vou vomitar minhas tripas junto com toda a ansiedade embolada dentro de mim.

Outra coisa legal que nem falei aqui é que aprovaram meu portfólio. Êee!
Depois de ignorar os emails da Patricia por quase uma semana ela resolveu ligar pra saber se eu tava viva e aí acabou falando com a minha mãe, o que culminou com uma conversa séria e eu mandando uns desenhos pra ela dar uma olhada sem compromisso e me dizer se dava pra fazer algo semelhante pra enviar como portifa. Ela achou os desenhos ok pra serem utilizados como "oficiais" e serem enviados para avaliação e como eu tava morrendo de medo de ter que desenhar qualquer coisa pra eles, melhor que fossem coisas feitas sem que eu estivesse sob pressão né.
Os caritchas aprovaram e fui afogada por um montão de documentos pra assinar, contrato pra ler, providências a tomar, enfim uma verdadeira enchurrada.
Aí lá vai a Camila ao banco, à gráfica rápida, à agência de câmbio e assim por diante. Todo mundo achou bizarro eu não comemorar a aprovação e tal, já que era algo que vinha me desesperando faz tempo, mas sei lá, surgiram tantas outras preocupações que nem parecia algo relevante pro momento.
Claro que me senti muito mais confiante, afinal de contas um selinho de aprovação é sempre bom pra tirar a gente do cesto de lixo no qual nós mesmos nos colocamos. Só que até que me venha a confirmação de que está tudo acertadinho, não sou capaz de comemorar.

Estou bem feliz até, lendo bastante <3. Descobri que meu mais novo livro da vida é, surpreendentemente, Dois Garotos Se Beijando. Olha, mal tenho palavras pra dizer o quão preconceituosa eu fui com esse livro. Primeiro vem o fator capa horrorosa, que vamos combinar é bem difícil de lidar. Depois por mais que você tente filosofar e refletir sobre o título, nem de longe vai conseguir imaginar uma fraçãozinha do quão maravilhoso e denso é esse chuchu.
Sério, em 20 páginas eu já tinha chorado copiosamente 5 vezes, além de grifar 80% dessas mesmas páginas. 

É. Demais.

Primeiro porque aborda lindamente a comunidade LGBTQIA de forma muito real e muito MUITO tocante. Além disso tem também o fator: escrita maravilhosa de David Levithan, que é algo que todos deveriam se enteirar, porque o cara é in-crí-vel. Pra fechar o pacotinho da perfeição com chave de diamante, vem o modo como ele aborda a morte e complexos, traumas, depressão e , ai, tudo <3. 
Bem, não posso falar muito mais porque acabei fazendo uma pausa, já que não vou poder ler no ônibus algo que me faz chorar a cada capítulo. Sério, acho que esse vai ser meu presente pra todas as pessoas nos próximos 50 anos.

Muita coisa pra falar num post em que o intuito era só comentar da minha angústia momentânea em breve a ser solucionada. 

Por enquanto é só.

12/08/2016

Eu sou mó perdidona, ai credo


Meeeeeu, muitas impressões sobre o mundo para compartilhar haha.

Primeiro acabei de descobrir que uma amiga minha tinha comentado no meu mural (é assim que fala? não entendo dessas coisas de facebook - a velha, né hahah) a uns 20 dias atrás e eu NEM VI NADA. Não fiquei sabendo e passou batidíssimo sendo que na verdade estou morrendo de saudades dessa menina e essa seria uma excelente chance da gente retomar o contato e tal. Fiquei bem bolada com isso. Cara, quando eu falo que não me dou bem com redes sociais, olha é um caso bem sério. Agora tô finalmente entrando na onda de youtube, o que já é bem legal. Tô acompanhando os vídeos dos poucos canais pros quais eu tenho paciência (e que eu lembro, porque tem muita gente que tá na minha lista de ver mais tarde e esse mais tarde não chega nunca haha).
O problema é que tirando yt, todo o resto das redes sociais são nulas pra mim. Até tô me virando com snap, só pra acompanhar meus baes, troyezinho e Josh, mas dá uma canseira que deus me livre.

Aí outra coisa: PRECISO ACABAR COM MINHA TIMIDEZ RIDICULA. Hoje eu tava no ônibus indo pra aula de ilustração, néeeeam. Daí tava super cheio e tinha um monte de gente super fofinha pelo ônibus, tinha uns caras fofos, umas meninas fofas, enfim, MUITAS PESSOAS LINDINHAS CHEIROSINHAS E CUTECUTEZINHAS. Aí chegou uma hora que ficou um menino do meu lado, ele de pé coitado enquanto a bonita aqui tava toda concentrada no livro dela sentadinha direitinho. Aí ok, ele super fofo, garoto ideal, goals da vida e eu com aquele alerta de "gente bonita num raio de 30cm" soando na cabeça. No fim, que que aconteceu? Eu pedi licença sem nem olhar pra cara dele, desci do ônibus e passei NA FRENTE DA JANELA DELE e ele tava olhando pra mim e eu não fiz na-da. É pra querer tacar um saco de batata na cara, né não?
Ughhhhh, que raivinha que deu de mim nessa hora. O pior é que esses momentos são super frequentes. Seja no ônibus, ou no metrô, ou até mesmo na rua sempre tem essas coisinhas que basta dar um sorrisinho. Só pra ter aquela vitória interior de "flerte realizado com sucesso", sabe? Pois é, não consigo fazer isso. Aff.

Além disso hoje falei brevemente com o Ronaldo e assim, estamos bem. Tivemos uma conversa amigável que momentaneamente tomou um rumo um pouco mais íntimo, mas logo voltou ao normal. Meu, é muito problemático falar com ele. Toda vez dá alguma coisa meio assim. Acho que a gente nunca vai superar totalmente. Sério, na próxima oportunidade que surgir de encontrar com esse menino, faço questão de ir e tascar um beijo nessa cara pra ver se resolve essa chatice toda. Aí já acaba essas tralha toda.

Ok, que mais... Ah, sim: desenhar com a tablet ainda tá foda. Nossa, tô dando graças a Deus que a Giully me incentivou a fazer isso agora, mas olha, coisinha complicada, viu?
Meu controle zero me estressa, mas quero ver se amanhã consigo dedicar mais tempo ao desenho das minhas queridas mãos com escorço. Aliás, né já começa pelo nome "escorço" lembra escárnio, logo coisa boa não é. Tá tudo na lógica e na morfologia, claramente haha.

Hoje foi produtivo! Fiz vários desenhos bonitinhos e acho que meu momento é de personagens e cenários simples. Tô super numa onda de bichinhos e natureza, estilo bem literatura infantil e acho que indo por aí consigo algo que me agrade mais sem fazer com que eu queira largar mão de tudo e ir virar hippie na av. paulista. Pois é, vamos ver se continua essa motivação pra fazer as coisas fofinhas e se surge umas ideias pro portfólio.

P.S.: O que dizer desse carinha de Horimiya que é super fofão e totalmente desprezado pela menininha lá? (Pois é né, a pessoa adora o mangá, mas na hora de decorar os nomes dos personagens falha miseravelmente.) Ai, cara e ele ainda é super ceguinho sem as lentes, TEM COISA MAIS FOFA QUE ISSO? Gente, quero esse menino pra mim, pelo amor.

P.S.2:Fazia mó tempão que eu não colocava imagem inicial de mangá, gentem. Ia até por uma do Mamura, mas não tinha no tamanho certo. De certa forma harmoniza, já que a última foi exatamente dele quando mudei o layout com os icons dele e tal. Ai Mamura bae total hoje e sempre ~. Do seu nome eu não esqueço, mozin <3. Nem lembro se é Daiki Mamura ou Mamura Daiki,

10/08/2016

Tamo tudo na mesma lama, meus caros.


Tá. Ser feliz é extremamente complicado, então vamos partir pro que a gente já conhece e já é bom em fazer. Ainda na minha tentativa de encarar as coisas de frente, na medida do possível, comecei a usar minha tablet pra fazer os exercícios de anatomia.
Descobri que é infinitamente mais difícil de se desenhar usando a tablet e meus sentimentos de frustração vieram a tona etc, MAS a parte positiva é que estou me esforçando, mesmo assim. Sei que é o mínimo a ser feito, já que qualquer um que almeje ser um animador 2D hoje em dia deve por obrigação saber desenhar digitalmente, só que pra mim tudo é sempre mais complicado né.

Ontem foi uma confusão pra arrumar o mac. Eu precisava passar as imagens pra ele, daí descobri que meu HD externo não funciona com ele, depois fui atrás de usar o bluetooth do celular pra passar as coisas e não rolou, então tentei o cabo USB, que só deu certo depois de muitas pesquisas numa internet lenta demaaaais descobri que precisava baixar um programa x do android. Aí foi a odisséia pra baixar o driver da tablet, um arquivo de míseros 30mb demorou quarenta minutos até baixar, depois instalar e descobrir que vou ter que usar a tablet como destra o que é bem chatinho já que a cada 20s eu acabo apertando os botões da lateral porque fico apoiando em cima.

Assim, ontem começou bem e foi decaindo, mas hoje até que tá okzinho. Ainda tô sofrendinho pra desenhar com a tablet, mas fiquei bem mais calma depois de procurar como se adaptar e tal (pois é, a criança nasce na geração Y super tecnológica e sempre esquece de procurar no google) e aí vi um cara que pedia ajuda e falava que tinha comprado a uns dois anos a tablet dele e depois de tentar por uma semana e não conseguir nada satisfatório deixou de lado até hoje. Ou seja: existe gente como eu! Claro que meu tempo foi maior que dois anos (o dobro, nada demais), mas isso me fez sentir uma pessoa normal. Olha, é tão bom ter essa sensação, indescritível. Além desse cara uma outra pessoa disse que levou um ano e meio até se adaptar e, aaaah o doce som da diminuição da auto-crítica <3.
Sempre me coloquei muito pra baixo por não ter capacidade de aprender e pegar o jeito das coisas um pouco mais rápido, porque meu normal é demorar e penar bastante até entender como se faz. Ver que outras pessoas também passam pelas minhas angústias é reconfortante. Sei que parece meio mancada querer que os outros também sofram, mas é só uma vontade de não ser a única. Ai ai, ainda bem que a internet tá aí.

É, vou tentar fazer pelo menos 20 mãos até o final da semana e alguns desenhos livres pra aula de ilustração. Tenho pena do meu professor, três meses de um curso em que o ideal é mostrar produção toda semana, não fui nem uma vez até ele pra nada. É difícil ter travas.

22/07/2016

I'm kinda back

MA LAIFE.

Nhé, agora que eu usei kinda, me veio um vídeo na cabeça super reflexivo que fica um tempão falando "are you a kinda person? Would you live or would you kinda?" etc etc e aí me deu um pouquinho de aflição de usar o termo, mas poxa... Realmente é muito confortável e abrangente pra muitas situações então, é.
~escutando a playlist de kpop que eu tinha parado na metade da última vez que usei o notebook... o que foi há mais ou menos umas duas a três semanas~ 

PUTAQUEOPARIU

Tohoshinki Doushite Kimi wo Suki ni Natte Shimattandarou - essa músicaaaaaaa!! eu choro com ela desde sempreeee, meu deus do céu, é uma versão liveeee aaaaaah. E eu nem lembrava mais que era do DBSK =O. Ai, cara, que coisa mais linda isso <3

Vou até colocar o vídeo porque, meu coração tá latejando com essa música.




Já que estamos falando da playlist, algumas considerações: eu tinha esquecido o quão mindblowing BIG BANG é, ai ai <3; estou pulando todas as músicas de girl group porque ainda não superei minha antipatia, nem acho que vá superar algum dia haha.

Não sei se isso acontece com todo mundo, mas ultimamente toda vez que escuto kpop me sinto diferente do mundo inteiro. Não faz o menor sentido nem tem motivo algum, só acontece. Talvez seja porque marcou uma fase da minha vida em que eu estava realmente distante de todo e qualquer universo que não fosse o meu, mas sei lá, é engraçado.

Minha vida tá assim: uma loucura. Descobri que odeio férias, simples assim. Tudo fica cheio a qualquer dia da semana e é IMPOSSÍVEL pegar um metrôzinho que seja sem que esteja desnecessariamente cheio. Além disso o mundo inteiro decidiu que quer sair comigo e minhas dívidas devem estar chegando a um montante tão alto que vou ter que parcelar até 2018 com a minha mãe, coitada. Não que seja ruim sair, mas sabe... Queria estudar </3. 
Sem falar das saídas, tenho andado tão cansada, chega a madrugada e não tenho ânimo nem pra segurar o celular, quanto mais um lápis. Tô meio estragada e olha que nem tá calor. Aliás, né frio polar aqui é o que não falta, o que é encantador, quando se têm roupas quentinhas o suficiente pra isso. 

[Pausa para: Gente, como assim BAP fez um MV todo fofinho como Feel So Good? Isso é quase ultrajante, cara. Mas aaaaaawn, o Himchan tá tão lindo perfeito morível e ai e o Zelo, aaaaah. Enfim, claro que eu amo coisas fofas, mas... Ainda assim, meio nada a ver com eles, né. Tudo que seja rentável, não é mesmo?]

Ok, retomando ~ Hoje fui no escritório de uma moça super fofinha da escola em que vou fazer o curso de animação lá no Canadá e um montão de coisas caiu no meu colo. Tenho que agilizar todos os meus documentos e já ir me programando com ela com a maior antecedência do mundo pra poder ir direitinho ano que vem. Óbvio que nem eu nem mamãe frozen esperávamos por essa o que significa dizer que estou correndo feito uma barata tonta (sempre odiei essa expressão e ainda assim tô usando, que ironia cruel) pra providências professores de referência, documentos, conta no banco... Dá gastura só de pensar. A parte boa de tudo isso é que a moça é um amor e que tudo parece estar indo no caminho certo. 

Enfim, tá tudo bem.

Finalmente li Will & Will e fiquei surpresa com o final e com o enredo e basicamente com o livro inteiro. Apesar de não ser o clichê amorzinho que eu esperava gostei demais da maneira como o David e o John Green  fizeram tudo se encaixar (First Name Basis com o David Levithan, porque né, jajá terei lido todos os livros dele, tá quase uma Rainbow Rowell na minha vida esse hómi).

Além disso estou meio empacada na trilogia das formigas. É muito difícil ler um livro tão denso como os do Werber no ônibus chacoalhando sem falar que são super pesadões e a dor nas costas dessa velhinha aqui não estavam ajudando aí acabei dando um tempinho. Talvez esse seja um livro pra ler em casa, o que não sei se tenho tempo pra fazer, do jeito que as coisas tão, maaas pelo menos sei que nunca vou enjoar dessa história já que TODOS DO UNIVERSO DEVERIAM LER OS LIVROS DESTE SER ILUMINADO.

Pausa de novo: Nossa, agora tem umas músicas super indie vibes no mundo kpopero, ein? Tô impressionada! Daqui a pouco vai aparecer umas músicas misturadas nas minhas playlists de indie do 8tracks, que delícia. HanHae, estou falando de você ~ e o vídeo dele não tem nem 10 mil curtidas como assimmmmm, é muito bom >: .

Já fiquei perdida sobre qual era o intuito desse post. Agora ficou só um monte de impressões sobre o mundo e comentários acerca das músiquinhas da playlist... Nada a ver com nada, mas enfim.

É.


P.S.: [MV] KittiB(키디비) _ Doin' Good (Feat. Verbal Jint(버벌진트)) isto aqui me fez repensar minha antipatia por cantoras femininas, porque minha nossa a sonoridade dessa mulher é incrível. Só isso mesmo.

07/07/2016

Pizza > maçã


Agora no meu querido e velho notebook Dellzinho de todos os dias, preciso dizer que já tá acabando minha paciência hoje.
Primeiro descobri que o mac mini não tem saída de som, mas ao mesmo tempo tem sim porque ele faz um barulho IRRITANTE toda vez que liga, como se fosse o som de uma alma encontrando Deus então, assim, se tem a capacidade de reproduzir esse sinal claro de egocentrismo eletrônico, podia muito bem funcionar com caixa de som embutida, né? Mas claro que não, estamos falando da empresa que a todo custo busca sugar seu dinheiro, pois é.
Então, agora preciso comprar um fone e uma caixa de som. Além disso, não consigo de jeito nenhum instalar o itunes nesse note e preciso dele pra passar as músicas pro iPod. Não tá fácil hoje haha.
Além disso descobri que minha internet fica um horror a noite quando não estou colada no roteador, estou considerando comprar um repetidor, mas não sei direito quanto custa um, então talvez fique só na ideia mesmo.

Partes legais de hoje: finalmente entramos em consenso com relação a trocar um móvel daqui de casa. Parece super simples, mas uma coisa dessas aqui é pra agradecer a Deus, porque fazer minha tia concordar com as ideias que eu e minha mãe temos pra arrumar o apartamento é uma tarefa árdua e que normalmente exige horas e horas de discussão e caras feias. Acho que dessa vez foi mais fácil porque já tínhamos falado disso antes e agora foi mais light. Bem, o que importa é que vamos finalmente comprar o móvel! <3
Não falta muito pra minha casa ficar arrumadinha de forma ideal, mas com esses impasses toda vez que vamos tentar mudar algo é bem complicado. MÃS, pelo menos tá acontecendo o processo, lento ou não já é uma vitória.

Além disso, hm, descobri que perdi uma super promoção na Steam em que podia ter comprado Amnesia por fucking oito reais e tô bem triste por isso. Minha mãe super menosprezou esse momento, fiquei meio nhé com ela, mas ok. Não acho que seja possível mudar a antipatia dela por jogos em geral, já é uma benção que ela não me julgue em voz alta por ser eternamente apaixonada por neopets. É, não dá pra reclamar haha.

Bom, agora vamos tentar falar de coisas boas: vou comprar uma cadeira nova ~yay~. Acabou que a que eu tinha pintei com tinta automotiva e, quem diria, não adere bem à superfícies plásticas o que resultou em algumas peças de roupa manchadas pra sempre de laranja. Pelo menos foi divertido, sei lá, laranja é uma cor feliz. Ter uma cadeira nova é sinal de novos tempos, nunca tive uma cadeira só minha, sempre foi a da minha tia e ela era toda cheia de frescura com "a cadeira que ela comprou com o dinheiro suado do trabalho duro e que tinha que durar toda a vida", aff, preguiça só de pensar.
Enfim, além disso achei um monte de coisas fofinhas hoje pra colocar na wishlist e tô bem animada pensando que acho que esse ano tá sendo bem bom apesar de conturbado.
Sei lá, mesmo com um primeiro trimestre  horroroso, a segunda metade do ano me parece muito mais promissora.
É o que veremos, né?

29/06/2016

Vísceras aos sábados


Ai, olha... Tá foda, viu?
Tô com uma vontade enorme de escrever compulsivamente, só que as coisas são tantas e tão diversas que não sei por onde começar, nem sequer como escrever tudo. Meus dedos tão até confusos e toda hora apertando as teclas erradas, os botões errados. Ê laiá.
Então, minha vida tá um marasmo. Isso e dor de estômago. Odeio ficar doente. Acho que todo mundo odeia, mas assim EU ODEIO BASTANTE. Sou boa nisso, sabe? Odiar as coisas, então algo que já é comumente tido como indesejado se torna um monstro de 15 cabeças pra mim.
Peguei um resfriado por ser besta o suficiente a ponto de ter tirado a blusa de lã da mochila e estou a quatro dias sentindo que estou morrendo mais rapidamente do que o normal. Que. Chatão.
Mas além disso, tá tudo indo. Nem sei direito se ainda tô indo pra algum lugar, seja ele qual for. Meu curso de desenho acabou, então a partir dessa semana abençoada (em que hei de me curar) terei meu primeiro sábado livre. ~yay~ 
Nunca imaginei que isso seria algo tão animador. Não ter os sábados bagunça meu cérebro e me deixava completamente sem noção da passagem do tempo, sem falar da quantidade de momentos que eu poderia ter passado feliz com os meus amigos e que tive que cancelar por causa dessas aulinhas chatas. Se valeu a pena? Sim, foi uma experiência dura e de certa forma ajudou a evoluir, mesmo que tenha sido me obrigando a procurar aulas particulares (o que, de fato, teve efeito). Não vou mentir, fiquei quase todos esses sábados meio deprimida e frustrada, mas foi bom ter passado por tudo isso. Me fortaleceu bastante pras dificuldades futuras e, espero, pra vida como profissional mulher no meio artístico que notei recentemente ser tão machista. É, teve lá seus pontos positivos.
Outra coisa é que estou quase com o computador completo. Comprei um Mac mini e como era de se esperar passei por uma crise de "como pude comprar algo dessa maldita marca, ó meu Deus??". Ando num processo de aceitar e lidar da melhor maneira possível, mas ainda é incômodo pensar nisso por muito tempo. Enfim, vou ter um equipamento bom pra trabalhar e isso é ótimo... Só preciso me dessensibilizar e usar esse bentido treco. É... Vou conseguir, é um processo.
Eu ainda tenho muito por escrever, mas meu estômago tá apertando minhas vísceras no momento e não consigo me concentrar. Cara, saudades ser saudável. Já volto pra cá, acho.

15/06/2016

Fluffy Bubbles


Meu deus do céu, cadê os empreendedores importando essa maravilha? Peço logo um lote inteiro, porque olha, tô precisando de umas bolhas fofinhas e reconfortantes. AFF.
Já tá super tarde (ou cedo, como preferir) então tenho que escrever rapidinho. Resumão (do desespero) da semana ~


    1. Desenhando corpitchos mais uma vez, só que tô com um bloqueio então preciso me forçar a desenhar mais porque né, o avanço tem que continuar e sem vontade NÃO ROLA
    2. Descobri que minha tão sonhada faculdade canadense custa, na verdade, o triplo do valor que imaginava e obviamente é algo impagável e tive que mudar todos os meus planos.
    3. Estou feito uma barata tonta reajustando minhas contas e tentando fazer caber os gastos agora totalmente novos e desconhecidos (Viver em Vancouver é ridiculamente mais caro que em Ontario, nossa senhora)
    4. Tá suuuper frio, grazadeos que continue assim até o fim do ano. <3
    5. Daqui duas semanas acabam meus cursos de Pintura e Fundamentos do Desenho, quero ver se retomo o de pintura ou não, ainda tô indecisa...
    6. FINALMENTE agendei meu teste de inglês, tava a uma vida enrolando, mas agora é pra valer, 23 de Setembro tô eu lá fazendo o TOEFL. Lá se vão 800 reais numa porcaria dum certificado que só dura dois anos. Uma bela bosta, mas enfim.
    7. Sábado vai ser um dos dias mais corridos da minha v-i-d-a. Tenho dois aniversários pra ir sendo que o mais legal é o "mais cedo" então vou ter que sair na metade pra ir prum lugar cheio de gentinha que eu não gosto. O que fazemos pelas amizades de maternidade, não é mesmo? 
    8. Terminei o primeiro livro das Formigas e estou inteiramente convencida de que todas as escolas da Terra deveriam adotar os livros de Bernard Werber como leitura obrigatória, porque, gente, ELE É UM GÊNIO! Ler aquele livro foi um sumário de biologia, sociologia, filosofia e literatura (ou produção de textos? Não sei).
    9. Meu amigo do curso de Fundamentos tá afinzinho de mim e eu tô: "migo, não", tá difícil conviver. Odeio isso. Ele é tão legal, não merece ser rejeitado, porém... É.
    10. O clone do Ulrik namora. É pois é... Quando finalmente consegui conversar com ele e ficar "amiga" e descobrir que ele lembrava do meu nome ~momento, este que me deixou bem feliz~ escutei ele comentando com o professor da namorada. A vida dá dessas. Sempre.
    11. Quero férias. Avidamente.
    12. Comecei a jogar Starry Sky ~in summer~ e é super fofo *0*. Tá meio chatinho porque peguei uma tradução mega estranha em espanhol, em que os caracteres com acento não aparecem e fica tudo bagunçado no texto das falas, MAS ainda é maravilhoso ver aqueles caras fofões e ouvir seus respectivos seyuus então, né não vou reclamar de algo de graça. Estou na rota do Senpai porque, dãaaa, obviamente ele é o mais fofinho/meiguinho/docinho/cinnamon roll da vida, o  Homare Kanakubo. Sem falar naquele cabelo azul nuvem. Não tem quem resista, ele é lindemais <3.
Pra finalizar vou até deixar imagenzinha dele aqui.


AH, sem falar que ele também é de touro do dia 14 de maio, esse coisinho. A GENTE FOI FEITO PRA FICAR JUNTO, É ISSO MESMO.

12/04/2016

The universe is endless

KERMIT BAE <333

Não tem nada a ver o Kermit, mas tinha uma img dele no weheartit e era colorida então, eu não ia heartear, MAS ele é meu puppet crush então né.

Então, mais uma semana passou e várias coisas nem tão agradáveis aconteceram. No comecinho tava tudo mais ou menos okay, eu tava bem cansada, não sei direito porque mas desde a semana passada fico acabada muito rápido e sem motivos. Como minha memória é um horror, pode ser que eu tenha feito um monte de esforço, mas como não lembro fico só nas suposições mesmo.
Tenho um mooonte de trabalho por fazer, mas a vontade cadê? Pior que já prometi entregar uma mini animação prum amigo meu, com quem eu já me comprometi pra fazer trabalhos e tal, tem dois projetos de motion graphics que só de pensar já me dá preguiça e além de tudo isso tem meu eterno sofrimento com as aulas de fundamentos do desenho. ÇA TROÇA.
A última aula foi bem dolorida. Já tenho dificuldade desde o início, por ser mais do que crua em perspectiva, anatomia e qualquer coisa que não envolva pura criatividade e traço solto; mas chegou num ponto meio ruim. O ponto em que meu (querido e infelizmente incrível) professor verbalizou o quanto minha inabilidade é alarmante. "Um caso extremo". Porra, que forte, né? 
Podia ser "um caso extremo" de genialidade/bondade/humildade/coragem, mas não, é um caso extremo de falta de conhecimento e skill mesmo. A vida da dessas. Tapa na cara pré-programado, praticamente. Pra largar mão de ser besta. Largar mão de tudo mesmo.


Não vou (mais) ficar remoendo isso. Cansei. Meus amigos/familiares ficaram putos, porque foi uma exposição desnecessária. De fato, foi mesmo, só que meu orgulho bate de frente nesses momentos e me força a manter a cabeça erguida. E vamos em frente já que pra trás ainda não rola (ainda não sei qual o bendito impedimento no acelerador de partículas. Gente, já era tempo de vocês resolverem isso, plmdds)

Tô treinando mais desenho, eu e minha mãe chegamos a conclusão de que preciso de aulas particulares, o que é incrível porque achei uma ilustradora super fofinha que vai me ensinar "do meu ladinho" e no meu ritmo extremo e sem estresse. E é isso. 

Finalmente (~aleluiaaaaa~) terminei de ler Guerra Civil. Meu deus que livro mais chato, ave. Me arrependo pra sempre por não ter pego pra ler os quadrinhos, porque olha não foi fácil encarar aquelas quase quatrocentas páginas de história mal escrita. Que coisa deprimente, massante, machista e cansativa. TERMINEI, é isso que importa, vamos nos alegrar ~yay~.
Agora finalmente tenho tempo pro meu querido Simon, que foi recomprado desde minha primeira aquisição ter ficado no lixo do autódromo de Interlagos (tenho o pressentimento de que a vida toda vou praguejar por esse dia /COMO ELES TIVERAM A CORAGEM DE JOGAR LIVROS NO FUCKING LIXO? NUNCA VOU ENTENDER/). 

Mais Kermit porque nunca é demais, ainda mais esse gif que se aplica a tudo a todo momento haha.
Inclusive eu e minha ira por pessoas que jogam livros fora.

Então, outras coisas que venho pensando e não tinha tempo (nem disposição) pra dizer:É muito louco como minha relação com a escrita mudou de uns tempos pra cá. Antes eu tinha (umas vezes mais outras menos) a necessidade de escrever de uma forma mais madura e culta, mas com o tempo e em grande parte com o aumentar dos posts fui perdendo isso. Fiquei meio intrigada, então fui reler todos os meus posts desde o início. Percebi que muito do que sempre coloquei aqui era quase cuspido na internet.
Quase tudo que eu sentia e verbalizava de forma adulta não transparecia aqui. Eu tirava esse peso. Fazia daqui um diário de uma garota bem mais normal do que jamais fui. Adorei isso.
Comecei a perceber como isso vem se amplificando em várias áreas da minha vida. Apesar de ter argumentos e ideologias fortes e consolidadas internamente, além do eterno e constante desespero e sede de saber universal, me deixo fluir. Me deixo ser o que eu quiser. Me deixo adolescer. Ai, isso é tão gostoso!! Agora que tenho consciência me alegra ainda mais saber que escrevo desse jeito por uma escolha inconsciente de libertação.  Não me sinto na obrigação de falar nada de jeito específico ou com grau nenhum de profundidade.
Claro 99% do que escrevo é embasado no que sinto e inteiramente real e verdadeiro, mas me reservo o direito de colocar isso no mundo de maneira simples e sem firulas. E assim ó, é muito bommmm. <3
 Além disso também to mais segura pra algumas coisas. Até na minha inconsequente procrastinação, notei que mesmo com o desespero de ter o prazo a cada dia mais curto, me tranquilizo com a ideia de ser capaz de realizar tudo a tempo. E se for pensar isso pelo lado menos crítico, é uma coisa muito boa. Significa que confio em mim mesma a ponto de saber que por mais que a situação se enrole, vou fazer bem feito no fim e isso é um grande passo pra alguém que passa grande parte da vida se jogando no lixo (pelo menos em termos artísticos/profissionais). Sei lá, é uma pontinha de otimismo e superação. Um degrauzinho.

Outra coisa é que preciso me decidir sobre questões de estilo. Como ando cheia de artistas preferidos, novas descobertas etc e tal cada vez mais encontro gente com artwork parecido. Isso me apavora, porque, gosto de todos eles... SÓ QUE NÃO QUERO SER IGUAL A UM MONTE DE GENTE. Então tô numas de procurar solidificar, ou pelo menos ampliar, meus gostos e o modo como desenho normalmente. É importante deixar minha marquinha, ainda mais num mar de peixes quase idênticos. Mas tem tempo, isso vai se ajeitar também. Quando me animo vêm coisa demais pra melhorar em mim e na vida e tempo de menos, isso não ajuda e só trava. Complica.





Hoje estou cheia das imagens motivacionais do weheartit <3. Sei lá, resolvi procurar as que não estão na minha galeria, porque né, sempre afloram meu lado chorante.
Sei lá, eu não tô bem. Mas, como nunca tô bem, já é alguma coisa pensar que estou indo. Então, por mais paradoxal que isso soe (mentalmente, né): estou ótima no momento.

01/04/2016

Mó fofos


As pessoas são mó fofinhas. Atenciosas, carinhosas, interessadas. Só que  não tô na fase de cuidar dos relacionamentos. Nem dos outros. Desculpem-me.

Isso me deixa um pouco triste, não ter energia pra responder ou dar a atenção merecida às pessoas de quem gosto. Não estou nem no quesito de conhecidos, gente por quem tenho carinho imenso mesmo, não consigo disposição pra mandar amor de volta.
É uma merda isso.

Outra coisa: muitas muitas pessoas novas tem aparecido na minha vida. A gigantesca maioria virtualmente e também da mesma forma sem saber que me alcançaram, seja por posts em seus blogs, textos em cantos longínquos da internet ou o que for, muitos nem sabem da minha existência. O problema é que fico sempre na corda-bamba. Quero que saibam o quanto são incríveis, ou quanto admiro o trabalho deles, ou qualquer coisinha, nem que seja só tentar jogar um oizinho pra ver se floresce uma amizade.
Ao mesmo tempo só quero me enfiar embaixo do edredom e ficar lá por horas a fio.
Aí complica né? Não faço, infelizmente, nem uma coisa nem  outra. Fico nessa indecisão que hoje já tá mais frequente que piscar.

Nem energia pra postar aqui eu tinha esses dias. Ok, não se passou nem uma semana direito, mas é muita coisa considerando a quantidade de vezes que me deu vontade de postar, mas não fiz nada. É HORRÍVEL se sentir impotente até pras coisinhas mais banais. Me põe tão pra baixo. Mais do que o normal.

Bem, era mais pra falar disso mesmo. Me incomoda esse meu momento meio idc da vida social, mas não a ponto de me fazer mudar de atitude. Estou tentando aos poucos, quando é obrigatório ou muito importante mesmo me forço a (gradualmente) responder quem me chama. O quadro geral é bem deprimente, mas estamos aí. Seguindo sempre com nosso motto "Keep your head up, keep your heart strong", né não?

True-untrue

05/03/2016

Sabe aquele barulhinho de mais ou menos? Então,


 *iieeerghhwmmhm*

É mais ou menos isso né? Pelo menos o meu barulho. Quando alguém de quem eu gosto e me sinto a vontade o suficiente pra contar quase verdades pergunta se tá tudo bem e fico naquela indecisão entre "conto o que sinto, abro o coração e seja-o-que-deus-quiser" ou "seja educada e fale que tá tudo 
lindão". Só sai uma onomatopeia esquisitona mesmo. Uma mistura de "éeee tá tudo meio que afjrihgeoi sabe então hm melhor não falar mais..." tudo condensado e batido em potência média no liquidificador (se for alta só sai uns fiapos de som, porque tá tudo picadinho demais).

Bom, obviamente não vou falar só sobre barulhinhos, apesar de ser um tema bem legal e até que abrangente no sentido de ser presente em muitos momentos a serem comentados.
Anyway, estou num semi-ok. Tô feliz por ir ao show do BMTH amanhã, por eles terem um setlist com 95% de músicas que eu gosto e por poder ir a aula de desenho sem ter que participar e me humilhar na parte prática. Essas coisas fazem meus dias mais alegrinhos, só que ainda tem toda a parte TPMística que deixa o brilho da vida meio em baixa.
Hoje mesmo tive uma saída com amigos e na quinta também. Aquela coisa feliz de ver gente legal, comer coisa boa (o que importa muito), mas nunca algo que dure e seja verdadeiramente capaz de preencher o dia. Acho que a coisa mais próxima disso foi eu ter encontrado o livro Simon vs the Homo Sapiens Agenda numa livraria por um preço relativamente acessível quando eu ainda achava que só era possível encomendar na pré-venda ridiculamente cara da Amazon.
Quando olho pela perspectiva de que um bloco de papel impresso e colado num couché brilho mais durinho fez mais do que 10 pessoas juntas em volta de uma mesa com hambúrgueres, percebo que meu caso tá ficando meio alarmante.
É triste pensar que pra passar esse período sensível e químicamente negativo do meu mês vou ter que passa a pior semana. Odeio menstruar. Mas sei que faz mal se não acontecer, só que isso não me ajuda a odiar menos.
Tô tentando ir nessa de desconstrução, acho legal e válido. Mas também não me ajuda quando olho pras pessoas e penso: gatinha, seu fluxo é de quanto? Porque não sei se me sinto representada pelo que você anda falando nesse vídeo aí não. Muito obrigada.
Enfim, isso é bem chato.



Preciso dormir pra acordar com energia pra ir no show e na aula amanhã. Estou num misto de sentir sono e saber que na hora vou ficar trocando de lado na cama dramaticamente sem conseguir dormir. Ai ai...

Ainda bem que amanhã vai ser legal. Vai ver gritando loucamente nas músicas eu ponho tudo pra fora e volto renovada.

Mds, vou gritar tanto nesse troço. Senhor. E meus ouvidos tão doendo, provavelmente porque escutei screamo 7 dias seguidos com fone no último volume e minha garganta tá coisada. Ô beleza.


02/03/2016

"Era preu tá mó bem"

Olha essa criança, esse coisinho. Era pra ele tá aqui... NO BRASIL, fazendo show preu ver. Mas não né, tudo bem? Tudo bem.

Então né, olha só pra mim. Era pra ficar 10. Belezinha. Mas eu tô aqui. Na merda. E não sei porque.
Tô é com pena do meu gato, tadinho, que fica com a luz acesa na cara as três da manhã porque tô escrevendo.
Eu tô é com pena de mim. Outra vez.
Meu, quero parar o tempo por mais ou menos 1 mês, só pra ficar de bobeira, porque olha não tá dando.
Não tô  com vontade de desenhar, nem de ver desenhos fodas dos outros, nem de... Nada.
É isso que quero fazer da minha vida: absolutamente nada. Ficar aí, na internet, virando madrugada, vendo desenho no cartoon igual na oitava série.
Seria perfeito, tá sendo perfeito. Tirando a cobrança de tudo que eu preciso fazer e não faço.
UGH.

Sortudas essas pessoas que tem uns laguinhos pra posar de indie kid baixo astral... Não tenho nem dinheiro pra comprar cigarro, imagina pra morar perto de um laguinho. Ha-ha-ha. (mentira, até se eu tivesse dinheiro pra cigarro não o faria, eca)

Como me sinto agora a respeito do resto do ano. Só queria acrescentar que putaqueopariu que fantasma mais magro. Enfim.


Obs pós lida rápida dos outros posts: senhor, estou revivendo o final do mês passado, C-R-E-D-O. Será que sou sempre assim? Acho que é TPM, to toda molenga, sem ânimo pra nada... deve ser. Porque se não for, tá difícil encarar o fato de que todo fim de mês eu fico na deprê... Pois é.

16/02/2016

Coisas difíceis


Olha, eu deveria ganhar uma torta hoje. Porque to merecendo demais.
Hoje, finalmente demonstrei clara e abertamente meus sentimentos, ó que coisa mais assustadora foi isso tudo.
Sempre achei que tivesse deixado tudo muito claro, sabe... Mas quando a pessoa começa a ficar enrolando e você se vê numa enrolação continua e inerte, é hora de fazer alguma coisa provavelmente drástica pra definir de uma vez por todas o rumo das coisas.
Não estou com um bom pressentimento quanto ao futuro, sinceramente, mas não tenho como fugir agora. O que está feito está feito, redundâncias a parte isso é  importante de ressaltar.
Depois de ser encorajada por meus amorzões, mandei uma playlist detalhada e comentada sobre the Cara, para ele.
Minha relação com música é algo muito próximo de alma melódica costurada a mão dentro de mim. Compartilhar gostos musicais já é uma coisa íntima pra mim, não simplesmente indicar bandas legais, estou me referindo a de fato trocar sensações e experiências vivenciadas com as músicas com gente em quem confio que vai me entender, ou no mínimo, é capaz de respeitar. Além disso, sempre tem o efeito caixinha de lembranças e sentimentos, e isso é muito secreto. Não saio por aí falando pras pessoas quais músicas a definem pra mim, porque envolve os meus mais profundos pensamentos e minhas angustias, experimentações e reações ao outro.
Fui corajosa, escolhi cuidadosamente as músicas, pensando criteriosamente o que cada uma delas significava e redigi um texto enorme com quase tudo que eu poderia dizer a ele... Sobre ele.
O problema maior nisso está na profundidade gigantesca do que falei. Não sou uma dessas pessoas que fica afimzinho dos outros. Eu transbordo em sentimento, não sei fazer diferente. E não sei se ele está preparado pra isso. Porque ter a confirmação de que alguém sente algo por você não é a mesma coisa que saber que alguém gosta pra caralho de você. Ou melhor dizendo no meu caso, que alguém o ama. É muito pra processar, eu entendo.
Não sei se ele será capaz de lidar com isso e muito menos de corresponder infimamente... E isso me desgasta um pouco, apesar de eu já ter passado tanto tempo sendo dilacerada lentamente por conta dessa indefinição monstruosa que nos tornamos.
Sei que foi a coisa certa a fazer, "sair da zona de conforto" como diz meu amigo, mas a espera da resposta é dolorosa. De uma forma ou de outra sei que será complicado e muito provavelmente sou mais do que ele pode lidar agora, ou em qualquer momento. Isso costuma acontecer, sou sempre muito e as pessoas estão dispostas a lidar com o pouco que lhes é conveniente.
Bem, os próximos dias definirão tudo, acho. Se é que ele vai chegar a me responder, já que o silêncio também representaria bem o que ele sente a meu respeito. Quero conseguir ser forte agora. Tenho sido escondendo a verdade dos meus olhos na maior parte do tempo.
Quero seguir em frente, seja qual caminho for, sem medo de me expor. Não aguento mais reprimir pensamentos que tenho vontade de gritar pro mundo, pras pessoas com quem me importo.
Quilômetros de distância nos separam e não sei se isso torna tudo mais fácil ou complexo, porque ele podia estar na estação espacial neste exato momento que eu estaria surtando de ansiedade da mesma maneira como se ele estivesse ao meu lado lendo e ouvindo minha playlist e fazendo caretas de desgosto. Ugh.

Agora, uma pequena galeria ilustrativa da minha vida no momento, provido por weheartit:

Eu explicando pra the cara a situação.

Eu no momento

O resumo piscante de toda nossa relação

Muito provavelmente o que vai acontecer, porque é o que tem acontecido nos últimos 2 anos.

Yep, essa é a minha história, esse é o meu clube.